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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Uma ideia.

Minha primeira vez aqui, eu nem sou a Cah, sou uma amiga dela, rá, prazer, não quis fazer uma pasta e to aqui de metida, talvez no futuro, provavelmente não, eu escreva mais. Eis aqui então, uma ideia:
Escutei gritos, batidas, xingamentos, palavras feias, e do nada uma explosão. De novo. Eu fui até a porta de trás da minha casa e vi meu vizinho, o pequeno brincando com carrinhos e bonequinhos.  Percebi então como ele é feliz, ali, sozinho. Só ele e seus brinquedos. Depois de um pouco olhá-lo, lembrei da expressão ‘serei uma eterna criança’ e vi outro sentido; não uma pessoa retardada e extrovertida, simpática e legal com todos, mas sim, uma pessoa que não necessita de outras para seu bem maior, sabe se divertir e faz tudo sozinha. Mas tenho certeza que o pequeno conheceu outras pessoas, e é aí que a minha teoria se torna mais real ainda. Ele não vê realmente uma necessidade de estar perto de outras pessoas, mas creio que se tivesse ali com ele, um amiguinho, uma pessoa para ele compartilhar a felicidade que até li ele mesmo quem criou, seria muito melhor.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Segundo Plano.


Que droga, fazemos tudo certo, não atrapalhamos ninguém, não arranjamos confusão, e porque nunca somos os primeiros? Talvés os bonzinhos tenham que ser mais rudes, ser mais mal, pois, será que os bons não merecem atenção? Os bons pedem algo simples, nunca é atendido, os mal pedem algo difícil, é atendido e com o maior prazer. Porque? No dia em que mudarmos, ser o próprio demônio vivo, será que teremos mais respeito, seremos menos despresados e não tratados como um lixo? Depois que mudar-nos, talvés seja tarde de mais para perceber, que os bons é que precisam de atenção. é

"O desprezo é a forma mais sutil de vingança." (Baltasar Gracián y Morales)